Animais alérgicos precisam de cuidados especiais na alimentação

Ração deve conter peptídeos de cadeia curta, que reduzem as chances de reações alérgicas

Se o seu animalzinho apresenta coceira e problemas de pele sem nenhum motivo aparente, ele pode ser alérgico. A alergia de origem alimentar é a terceira causa mais comum e representa cerca de 10% de todas as alergias em cães e gatos. São superadas apenas por alergias a pulgas e dermatite atópica, uma doença genética que envolve o sistema imunológico.
Qualquer proteína alimentar consumida ao longo do tempo pode causar alergia alimentar ou sensibilidade. A presença de alguns aditivos, corantes e grãos também podem desencadear a alergia. Elas podem ser herdadas, como também propensa a raças específicas, como ocorre com o Lhasa Apso, Buldogue Inglês e Francês, Golden Retriever, Pastor Alemão, Yorkshire, Poodle e Boxer.

A recomendação para controlar a alergia é realizar a troca da ração usual por uma específica, que não contenha o componente causador da alergia. Quando este componente causador ainda não tiver sido identificado, o mais indicado é eleger rações que contenham em sua composição ingredientes menos propensos a causar sensibilidade. Estas rações em geral são denominadas como hipoalergênicas ou ração para animais sensíveis.

Na avaliação de Márcia Villaça, gerente Técnica de Vendas – Pet & Aqua da ICC Brazil, empresa brasileira especialista em aditivos à base de levedura, a ração destes animais deve ser composta por fontes proteicas que contenham alto percentual de peptídeos de cadeia curta, sendo as proteínas autolizadas uma boa opção. “Quando uma proteína intacta é dividida em moléculas pequenas, o sistema imunológico não é mais capaz de reconhecer como alérgenos, eliminando a possibilidade de uma reação adversa ao alimento”, afirma.

O Lyscell®, levedura autolisada com alta concentração de peptídeos de cadeia curta, é um dos produtos da ICC Brazil que é adequado a este perfil de ração. “O processamento pelo qual o Lyscell® é submetido remove qualquer alérgeno existente, impossibilitando o reconhecimento imunológico em animais já sensibilizados à proteína intacta”, explica Márcia.